♫✰¸.•*¨♫✰Rádio Sublímepaz♫✰♫✰♫✰✰: Março 2017

quarta-feira, 29 de março de 2017


CCB Louvor 341 - Com fé espera no Senhor - H5 ...

LOUVORES E SÚPLICAS A DEUS!

O ÚNICO REMÉDIO PARA A CURA DA ALMA ABATIDA;;;


"Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu.{" Salmos 42:5}

Pensamento: O livro de Salmos mostra de uma forma bem humana, os problemas de seus autores e do povo de Deus. Às vezes estão animados, outras vezes deprimidos, outras vezes cantando e outras vezes chorando. Na lei e nos profetas Deus está falando conosco, no livro de Salmos nós falamos a Deus. E o salmista não só fala com Deus, mas fala também consigo mesmo, ele argumenta consigo mesmo. Em momentos difíceis precisamos ter controle sobre nós mesmos. Devemos perguntar a nossa alma como pode estar abatida assim ??? 
Isto não é uma auto cobrança e sim um ato de fé, lembrando-se de Deus, quem Ele é, e o que Ele tem feito e o que tem prometido para nós.

Oração: Pai querido, e majestoso Deus da minha vida, Tu és a razão da minha adoração, Tu és a razão da minha vida, em Ti minha alma encontra descanso e paz, sem Ti minha alma fica abatida, perturbada, mas quando encontro na adoração, a intimidade contigo, então meu coração é confortado, e preenchido pelo Seu amor. Ensina-me a esperar por Ti, esperar Seu socorro e Seu auxilio. Eu oro em nome de Jesus. Amém.

segunda-feira, 20 de março de 2017


Uma história sobre o verdadeiro amor!!!

Professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento. Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.

O mestre disse que respeitava sua opinião mas lhes contou a seguinte história:

Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarte. Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete.

Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.

Durante o velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.

Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção:

— Meus filhos, foram 55 bons anos…

Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem ideia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.

Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou:

— Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços , e perdoamos nossos erros…

Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que?

Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver aagonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso.

Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim…

Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: ‘Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.

E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.

Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam. O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, dia-a-dia e por todos os dias. O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.

Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe…


O Pardal e a águia...

O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia.

Seu voo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração.

Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer.

Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser.

Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza…

Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão.

Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido.

Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente.

Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro.

Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o.

Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta.

A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:

Por que estás a me vigiar, Andala?

Quero ser uma águia como tu, Yan.

Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites.

E como te sentes amigo sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas?

Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar este sonho… – O pardal suspirou olhando para o chão… E disse:
Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar.

És tão única, tão bela.

Passo o dia a observar-te. E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan.

Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas… Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente…

Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia.

Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos.

Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu.


Acredita! – E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente:

Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias.

O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos.

Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho.

Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido.

É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu
coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre!

Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade.

Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles.

Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha!



De que tamanho são os seus problemas?
 Você acredita que eles sejam maiores do que os de quaisquer outras pessoas?


Habitualmente, quando atravessamos dificuldades, ocorre de as vermos como intransponíveis e insolúveis o que concorre para estabelecer painéis de maior tristeza e dor.

A propósito, nos recordamos da história de uma garota que costumava desesperar-se ante pequenos contratempos que lhe adviessem.

Preocupado, seu pai convidou-a, certo dia, a dar um longo passeio montanha acima.

A subida íngreme exigiu esforço, compensado pela vista maravilhosa da paisagem, que permitia descobrir velhas árvores coloridas de um verde espetacular, a cachoeira que descia caprichosa, esparramando-se pela encosta, cantando docemente, enquanto lavava as pedras do caminho.

A tudo a pequena ia observando, entre surpresa e extasiada. O pai se permitia, vez por outra, observações ponderadas a respeito da grandeza de Deus, o Excelente Artista que assim tudo dispusera, naqueles quadros magníficos.

Chegados ao topo da montanha, o pai convidou a filha a olhar para baixo, falando do que via.

Ela se admirou de ver as pessoas se movendo lá na cidade, quais pequenas formigas. As casas pareciam caixinhas de fósforos, caprichosamente dispostas ao longo de cercas minúsculas.

As árvores tinham o porte de raminhos verdes, espetados na terra. Os carros semelhavam brinquedos comandados à distância, por controle remoto.

Percebeu como as coisas são pequenas, vistas daqui do alto? – perguntou o pai.

Esta é uma técnica que sempre utilizo quando me vejo em meio a muitos problemas. Subo a montanha e, vendo tudo tão pequeno, começo a pensar que os meus problemas devem ser vistos assim: como alguém que olha as coisas de cima de uma montanha. Tudo então fica mais fácil.

Mas quando você sobe pai, os problemas não sobem junto?

Não, respondeu ele. Na medida em que eu subo, creio que eles não têm resistência, ficam cansados.

Quando chego cá em cima, maravilhado com tanta beleza, eles já estão sem fôlego, perdidos pelo caminho. Daí, respiro o ar puro e me disponho a transpirar no trabalho, esforçando-me por superar os obstáculos.

Não se esqueça, finalizou, de olhar as coisas difíceis da vida, como quem sobe uma montanha e passa a ver melhor as coisas, lá de cima.

* * *

Semelhantes ao fato narrado busquem olhar os obstáculos de um ângulo mais elevado.

Subamos a montanha da oração, buscando o auxílio Superior e, então, contemplemos a problemática que nos atinge com olhos diferentes, olhos que traduzam a certeza de que não nos encontramos ao desamparo, em momento algum.

Certeza de quem sabe que ao se escalar a montanha da prece, rumando para cima, do Alto fulgem bênçãos de socorro, paz e harmonia que nos ajudam a superar os percalços do caminho.

* * *


Ninguém recebe peso superior ao que possam suportar seus ombros.

E Jesus prossegue, nos dias da atualidade, convidando os enfermos e aflitos ao Seu regaço, dizendo: Vinde a Mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que Eu vos aliviarei.

Os aflitos são os que padecem dores morais, decepções, tristeza, angústia.

E sobrecarregados são os que atravessam as dificuldades físicas, doenças, pobreza, entre outras.




Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido agarrar-se a parte dos destroços para poder ficar flutuando.

Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada, longe de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente.

Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse proteger-se do sol, da chuva, de animais e, também, para guardar seus poucos pertences, e como sempre agradeceu.

Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia. No entanto, um dia, quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça.

Terrivelmente desesperado, ele se revoltou. Gritava chorando: “O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?” Chorou tanto, que adormeceu profundamente cansado.

No dia seguinte, bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.

-“Viemos resgatá-lo”, disseram os tripulantes da embarcação.

-“Como souberam que eu estava aqui?”, perguntou ele.
– “Nós vimos o seu sinal de fumaça”!

É comum nos sentirmos desencorajados e até mesmo desesperados quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.

Lembrem-se: se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina. Para cada pensamento negativo nosso, Deus tem uma resposta positiva.